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O Fim da Escuridão

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Eu gosto de Mel Gibson. Palavra. Principalmente, quando ele não está bêbado ou falando asneiras. Mas ele é um grande ator e um grande diretor. E desde 2002, quando fez Sinais, não o víamos atuando. Portanto, grande expectativa para o seu retorno às telas. Pena que o que se vê é um Gibson por demais burocrático e econômico, por assim dizer.

O filme, uma adaptação do famoso seriado de 1985 da BBC inglesa, é a história do policial de Boston Thomas Craven, que, ao ter sua filha assassinada em frente à sua casa, parte para a investigação e a busca de vingança.

Embora não tenha visto o seriado, os comentários gerais são de que o filme, embora dirigido pelo mesmo diretor da série, Martin Campbell (o mesmo do revival de 007 Cassino Royale), foge um pouco da premissa original. Não que a trama política, de intrigas e conspiratória não esteja no filme, mas aquilo que, segundo a crítica  foi melhor explorado no seriado não é o mote principal no filme. Trata-se de uma história basicamente de vingança, de um pai amargurado usando todos os recursos possíveis para descobrir quem matou sua filha.

Gosto de thrillers assim, de tramas policiais e conspiratórias, portanto, por mais cliché que seja o filme, recomendo. É um filme com boa dose de ação, mas que infelizmente, revela demais e que não deixa muito espaço para o suspense. Somado a isso, temos a atuação regular de Gibson, que poderia ter dado muito mais.

Ficha Técnica

Título: O Fim da Escuridão  (Edge of Darkness)

País/Ano/Duração: EUA, 2010 – 117 min

Drama

Direção: Martin Campbell

Elenco: Mel Gibson, Ray Winstone, Danny Huston, Bojana Novakovic, Shawn Roberts, David Aaron Baker

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Frequência Global

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Outro encadernado da Panini, este reúne as seis primeiras edições de Frequência Global, grupo que já havia sido publicado pela Pixel e pela Pandora Books. Frequência Global é um grupo que conta com 1001 agentes espalhados pelo mundo, cada um especializado em uma área específica. Liderados pela agente de codinome Miranda Zero, no momento em que uma situação de emergência ocorre, são acionados, via celular, os agentes mais próximos ao problema. A comunicação entre eles é coordenada por Aleph, uma especialista em computação, com aparência cyberpunk. A agência é conhecida do público, mas lida com situações que, em geral, são secretas ou deveriam permanecer em segredo. Os agentes da Frequência Global permanecem anônimos, às vezes só se conhecendo quando estão em missão.

Escrita por Warren Ellis e desenhada por vários artistas, cada uma das histórias é fechada, sem continuação. Muito bem escrita, com um pouco de humor e muita ação, é diversão certa e garantia de uma boa leitura. Um piloto para uma série de TV foi produzido em 2005, mas não foi levada adiante. Há rumores de que um piloto para uma nova série de TV esteja a caminho.

Ficha Técnica

Título: Frequência Global – vol. 1 (Global Frequency)

Formato americano – 148 páginas – capa dura papel LWC – distribuição em livrarias

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